Este fim de semana realizou-se o aniversário do CAE, e além de algumas festividades, não faltou o seu "pai" ao evento, estando presente para um Debate sobre a descentralização da Cultura. Até aqui tudo bem, mas ficam sempre algumas questões pertinentes que não vi ninguém responder até hoje.

Ainda gostava de saber quais os contornos que houve para construir o CAE numa zona em que o PDM não o permitia. Será uns cobres por baixo da mesa? Ou será como Santana Lopes diz:"(...) sublinhou, evocando a acção preponderante de Natércia Crisanto na defesa da construção do CAE, que hoje «constitui uma arma importante na Figueira da Foz»"
Ao que parece, o CAE serve também para combater a desertificação do país... E eu a pensar que era por não haver postos de trabalho suficientes em regiões fora dos grandes centros urbanos, afinal o pessoal quer é cultura, ballet´s russos, música brasileira e cinema para os mais novos.
Longe de mim não gostar do CAE, até porque penso que é uma vertente importante em qualquer cidade, assim como o saneamento básico em certas freguesias e a manuntenção do espólio municipal... Até porque um buraco no orçamento não é nada, até o País o têm, porque não uma autarquia.
Segundo o mesmo interveniente: "Apesar da na época em que esteve à frente dos destinos da Figueira da Foz a sua opinião ser outra quanto ao Centro de Congressos, reconhece agora que os tempos são outros e a solução vai de encontro ao que está previsto, integrar um espaço de congressos no CAE e então sim «a Figueira tem tudo para se afirmar como uma grande cidade»." Falta mesmo só isso para encher um oásis cheio de ratos e a cair aos bocados nos intervalos dos congressos da Herbalife!
Não posso terminar sem dizer que penso que o CAE é útil, embora com pouca utilização e dinâmica. Vejo mais míudos em festas de Aniversário fechados numa dispensa e os auditórios vazios. Isto porque o orçamento anual do CAE deveria ser um pouco maior, já que a obra custou o que custou, haveria que tentar dinamizá-la nos primeiros anos, criando um vicio aos figueirenses e a todos os que se deslocam ao CAE! Uma opinião de um leigo....

Ainda gostava de saber quais os contornos que houve para construir o CAE numa zona em que o PDM não o permitia. Será uns cobres por baixo da mesa? Ou será como Santana Lopes diz:"(...) sublinhou, evocando a acção preponderante de Natércia Crisanto na defesa da construção do CAE, que hoje «constitui uma arma importante na Figueira da Foz»"
Ao que parece, o CAE serve também para combater a desertificação do país... E eu a pensar que era por não haver postos de trabalho suficientes em regiões fora dos grandes centros urbanos, afinal o pessoal quer é cultura, ballet´s russos, música brasileira e cinema para os mais novos.
Longe de mim não gostar do CAE, até porque penso que é uma vertente importante em qualquer cidade, assim como o saneamento básico em certas freguesias e a manuntenção do espólio municipal... Até porque um buraco no orçamento não é nada, até o País o têm, porque não uma autarquia.
Segundo o mesmo interveniente: "Apesar da na época em que esteve à frente dos destinos da Figueira da Foz a sua opinião ser outra quanto ao Centro de Congressos, reconhece agora que os tempos são outros e a solução vai de encontro ao que está previsto, integrar um espaço de congressos no CAE e então sim «a Figueira tem tudo para se afirmar como uma grande cidade»." Falta mesmo só isso para encher um oásis cheio de ratos e a cair aos bocados nos intervalos dos congressos da Herbalife!
Não posso terminar sem dizer que penso que o CAE é útil, embora com pouca utilização e dinâmica. Vejo mais míudos em festas de Aniversário fechados numa dispensa e os auditórios vazios. Isto porque o orçamento anual do CAE deveria ser um pouco maior, já que a obra custou o que custou, haveria que tentar dinamizá-la nos primeiros anos, criando um vicio aos figueirenses e a todos os que se deslocam ao CAE! Uma opinião de um leigo....

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